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Componentes genéticos envolvidos na acne

Os SNPs nos genes OVOL-1, FST e TGFB2 monitorados para acne estão envolvidos com os processos de manutenção da homeostase da pele, que envolve desde a regulação da proliferação de queratinócitos até a cicatrização. As alterações nestes genes estão relacionadas com uma maior proliferação dos queratinócitos, o que causa obstrução folicular e formação de lesões. Estes genes também regulam a produção do sebo na pele, que - quando afetada - gera um acúmulo excessivo desse material, obstruindo os poros. Ainda, estudos mostram que a colonização da pele pela bactéria causadora da acne - P. acnes - é modulada por estes mesmos genes, que quando alterados, levam à maior incidência desse microrganismo.


Outra região monitorada para o risco de acne está no promotor do gene de TNF, que está relacionado com o processo inflamatório como um todo e, quando alterado, tem como consequência a resposta inflamatória exacerbada característica da pele acneica.


Caso o risco genético para a acne seja aumentado, é preciso estar atento ao perfil da alimentação. O consumo de alimentos de alto índice glicêmico como os carboidratos refinados, por exemplo, causam quadros de hiperinsulinemia, que estimulam a produção de sebo. Além disso, evitar espremer cravos e espinhas é uma boa opção, uma vez que isso pode piorar o quadro da acne e causar uma inflamação mais séria. Para cuidados especializados, a indicação é procurar um dermatologista.


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